De problemas isolados a uma TI organizada e acompanhada
Uma construtora de Curitiba enfrentava dificuldades para manter sua estrutura de tecnologia organizada e oferecer suporte adequado à equipe.
O atendimento de TI existente era realizado a partir de outra cidade, o que dificultava a comunicação e deixava funcionários do escritório e das obras sem uma referência próxima quando surgiam problemas.
Computadores sem manutenção, softwares sem padronização, documentos espalhados entre diferentes serviços de nuvem e redes improvisadas nas obras faziam parte da rotina.
Ao conhecer o ambiente, ficou claro que o problema não era apenas suporte técnico.
A empresa precisava de alguém que assumisse a responsabilidade pela sua TI.

- Cenário
- Escritório administrativo e diferentes obras em andamento
- Necessidade
- Suporte, segurança, padronização e organização da infraestrutura
- Solução
- Gestão e suporte contínuo de TI pela SimplesTech
O desafio
Ao longo dos anos, diferentes soluções de tecnologia haviam sido adotadas conforme novas necessidades apareciam, mas sem um padrão único.
Desktops e notebooks antigos permaneciam em operação sem manutenção regular ou planejamento de substituição.
Versões diferentes do Microsoft Office e outros softwares utilizados pela equipe também dificultavam o suporte, incluindo instalações que precisavam ser regularizadas.
Nas obras, a estrutura de rede normalmente dependia apenas do modem fornecido pela operadora e de roteadores Wi-Fi escolhidos sem um padrão definido.
Dispositivos pessoais compartilhavam a mesma conexão utilizada pela equipe administrativa, consumindo banda e contribuindo para lentidão e instabilidade.
Mas havia uma questão ainda mais importante.

Projetos importantes precisavam de uma estrutura mais segura
A construtora trabalha diariamente com documentos, projetos e outras informações importantes para sua operação.
Parte desses arquivos estava distribuída entre serviços como Google Drive e OneDrive, sem uma política única de armazenamento e organização.
Além da dificuldade para administrar essas informações, era necessário estabelecer uma forma mais controlada de armazenar e acessar os projetos considerados sensíveis.
A solução precisava permitir que profissionais autorizados continuassem acessando esses dados quando necessário, inclusive fora do escritório, mas sem simplesmente expor o armazenamento da empresa à internet.
A solução
A SimplesTech realizou um levantamento do ambiente e começou um processo de reorganização da TI em diferentes frentes.
Em vez de apenas responder aos problemas conforme eles apareciam, foi estabelecido um padrão para computadores, softwares, armazenamento, segurança, redes e suporte técnico.
Suporte e computadores
Desktops e notebooks passaram por revisão e manutenção, com melhorias de hardware e software de acordo com a necessidade de cada equipamento.
Também foi criado um planejamento para renovação gradual do parque de computadores.
Foram definidos perfis diferentes de equipamentos de acordo com a função de cada profissional, separando, por exemplo, as necessidades da equipe administrativa das estações utilizadas por profissionais que trabalham com projetos e softwares mais exigentes.
Assim, novas aquisições e substituições deixaram de acontecer sem critérios definidos.

Softwares e Microsoft 365
O ambiente de software também foi padronizado.
Instalações irregulares foram eliminadas e o Microsoft Office passou a ser utilizado através de assinaturas do Microsoft 365.
Os programas utilizados para desenvolvimento e visualização dos projetos também passaram a seguir um padrão.
Além da regularização das licenças, isso tornou o ambiente mais previsível e facilitou suporte, manutenção e implantação de novos computadores.
Armazenamento centralizado e proteção dos projetos
Para os documentos e projetos da empresa, foi implantado um servidor de armazenamento NAS da Asustor no escritório central.
Os dados que precisavam permanecer sob maior controle passaram a contar com um local centralizado para armazenamento, organização e gerenciamento de acesso.
Também foram configuradas rotinas automatizadas de backup, snapshots e mecanismos de recuperação para aumentar a proteção contra perda ou alteração acidental dos arquivos.
Mas armazenar os dados com segurança era apenas parte da solução.
Era necessário também proteger a forma como esses dados eram acessados.

Acesso aos dados através de VPN
No escritório central foi implantado um roteador MikroTik responsável também pela camada de segurança e conectividade da rede.
O acesso remoto ao storage passou a ser realizado através de VPN nos dispositivos autorizados.
Dessa forma, notebooks e computadores que precisavam acessar os projetos fora do escritório primeiro estabeleciam uma conexão segura com a rede da empresa.
O storage não precisava ficar diretamente exposto à internet para permitir o trabalho remoto.
A empresa passou a ter, portanto, uma estrutura que combinava:
- armazenamento centralizado dos projetos;
- controle dos usuários autorizados;
- acesso remoto através de VPN;
- firewall e gerenciamento da rede;
- backups automatizados;
- snapshots para auxiliar na recuperação dos arquivos.
Na prática, os projetos continuaram disponíveis para quem precisava trabalhar com eles, mas dentro de uma estrutura muito mais controlada.
Redes padronizadas nas obras
A infraestrutura das obras também passou a fazer parte do padrão de TI da empresa.
Os equipamentos Wi-Fi passaram a ser dimensionados de acordo com cada ambiente, evitando depender simplesmente do modem da operadora ou da compra de roteadores escolhidos apenas pelo menor preço.
O acesso às redes administrativas também passou a ser controlado.
Dispositivos pessoais de funcionários que não necessitavam da rede corporativa deixaram de compartilhar os mesmos recursos utilizados pela administração da obra.
Isso ajudou a melhorar desempenho, controle e segurança.
Cada nova obra passou a contar com uma referência de como sua conectividade deveria ser estruturada.

O resultado
A maior transformação não aconteceu em um único computador, servidor ou roteador.
A empresa passou a ter uma TI organizada, padronizada e com alguém responsável por acompanhá-la.
Os computadores passaram a receber manutenção e seguir um planejamento de renovação.
Os softwares foram regularizados e padronizados.
As redes das obras passaram a seguir critérios definidos.
Os projetos e documentos mais importantes ganharam armazenamento centralizado, rotinas de backup e mecanismos de recuperação.
E o acesso remoto aos dados sensíveis passou a acontecer através de conexões VPN controladas pela empresa.
Problemas que anteriormente eram tratados isoladamente começaram a fazer parte de uma estratégia única de tecnologia.
De suporte técnico a uma referência de TI para a empresa
Suporte de TI não precisa começar somente quando um computador para de funcionar.
Para pequenas e médias empresas, ter uma referência de tecnologia significa contar com alguém que conheça o ambiente e possa pensar também no que vem depois.
Quando substituir um computador?
Qual equipamento comprar?
Como organizar os arquivos?
Quem pode acessar determinados dados?
Como proteger informações importantes?
Como estruturar a rede de uma nova unidade ou obra?
Quais softwares devem ser utilizados?
A SimplesTech passou a acompanhar essas decisões junto com a empresa.
Mais do que atender chamados, passamos a funcionar como a referência de TI da construtora.
É esse acompanhamento que permite que a tecnologia deixe de ser apenas uma sequência de problemas a resolver e passe a fazer parte da estrutura necessária para a empresa trabalhar e crescer.
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